Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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Os sindicatos de funcionários públicos ligados à central sindical Cosatu, a maior da África do Sul, rejeitaram a proposta de reajuste apresentada pelo governo e decidiram continuar em greve. A paralisação já ultrapassa três semanas.

Depois de uma ordem do presidente Jacob Zuma, o governo retomou as negociações na segunda-feira (30/8) e elevou a oferta de reajuste de 7% para 7,5% e o auxílio-moradia para R 800 (rand, a moeda nacional, o equivalente a 190 reais).

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Os sindicatos pedem 8,6% de aumento nos salários e benefício de R 1000 (240 re ais). Alguns líderes sindicais demonstraram satisfação com a atitude do governo, mas as representações regionais não concordaram com a proposta.

Mais de 1 milhão de servidores públicos sul-africanos aderiram à paralisação. Escolas seguem fechadas. Militares foram chamados para auxiliar no atendimento nos hospitais.

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Funcionários públicos sul-africanos rejeitam proposta do governo e mantêm greve

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