Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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A França anunciou nesta sexta-feira (18/02) a suspensão das autorizações de venda de material de segurança à Líbia e ao Bahrein, onde a repressão às manifestações que pedem mudanças em seus regimes políticos. Até o momento, as manifestações já deixaram24 mortos na Líbia e quatro no reino barenita.

Um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores francês assegurou, em comunicado, que a suspensão das autorizações aconteceu na quinta-feira. Ele informou que a França mantinha com esses dois países acordos relacionados à preparação de militares para fazer parte das forças da ordem.

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No caso do Bahrein, o porta-voz pediu às autoridades do país que “traduzam em fatos seus compromissos”. Paris tinha condenado na véspera o uso da violência na repressão às manifestações em diversos países árabes, e citou Bahrein, Líbia e Iêmen.

A ministra de Relações Exteriores francesa, Michèle Alliot-Marie, reiterou “a importância da liberdade de manifestar-se pacificamente e em segurança, pois é inadmissível arriscar a vida por defender as ideias” e qualificou como “indispensável que os sistemas políticos e governos estejam atentos às esperanças da população”.

Ao mesmo tempo, Alliot-Marie sofre muitas pressões da oposição socialista, que pede que ela renuncie ao cargo, devido a uma viagem de férias no final de ano à Tunísia na qual se encontrou com pessoas ligadas ao ex-ditador Zine el Abidine Ben Ali. Durante as manifestações que decretaram a queda do tunisiano, ela já havia sido acusada de apoiá-lo, antes mesmo dos detalhes de sua viagem terem se tornado públicos.

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França suspende exportações de material de segurança a Líbia e Bahrein

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