Domingo, 14 de junho de 2026
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O ministro das Relações Exteriores francês, Alain Juppé, reconheceu nesta terça-feira (15/03) que não convenceu seus parceiros do G8 (França, Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Reino Unido, Itália, Canadá e Japão) sobre a necessidade de uma intervenção militar na Líbia.

Juppé lamentou a falta de apoio à iniciativa francesa de realizar uma operação militar, e disse que a situação atual das forças em conflito “nos mostra que talvez tenhamos deixado passar uma oportunidade de restabelecer o equilíbrio” na Líbia.

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“Não temos hoje os meios militares porque a comunidade internacional não decidiu adotar esse mecanismo”, afirmou Juppé. “Se tivéssemos utilizado a força militar na semana passada para neutralizar um certo número de pistas de aviação e as várias dezenas de aviões de que dispõem (as forças leais a Kadafi), talvez o giro que se produziu em detrimento da oposição não tivesse ocorrido”.

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Os parceiros do G8, porém, concordaram que devem ser adotadas medidas para a aplicação de sanções à Líbia. Também decidiram buscar o apoio dos países árabes e africanos para adotar as ações. Mas não houve definição sobre essas medidas.

Os representantes da França e da Inglaterra propuseram o debate sobre a imposição de uma zona de exclusão aérea ou de interdição, na tentativa de fragilizar os embates liderados pelas forças do presidente Muamar Kadafi.

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França fracassa em tentativa de convencer G8 a intervir na Líbia

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