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O FMI (Fundo Monetário Internacional) aprovou nesta segunda-feira (14/03) o desembolso de 4,1 bilhões de euros (5.734,94 bilhões de dólares) para a Grécia, após realizar a terceira revisão da economia do país como parte do pacote de resgate conjunto com a UE (União Europeia).

Com o desembolso, que estará disponível de forma imediata, a ajuda do organismo à Grécia alcançou 14,6 bilhões de euros (20.421,98 bilhões de dólares).

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O FMI destacou em comunicado que a Grécia realizou “avanços adicionais” para seu objetivo de colocar a economia do país no caminho do crescimento sustentável ao impulsionar a competitividade, reforçar a estabilidade do setor financeiro e assegurar a viabilidade das finanças públicas.

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O organismo destacou que o país está implementando “gradualmente” as reformas necessárias para cumprir com os objetivos a médio prazo estipulados no programa de resgate.

Mesmo assim, o FMI disse que ainda é necessário implementar e projetar algumas “grandes reformas” para alcançar a massa crítica necessária para conseguir a sustentabilidade fiscal e a recuperação econômica.

John Lipsky, destacou no comunicado que o núcleo da inflação grega, que exclui os preços mais voláteis da alimentação e a energia, segue baixa, os custos por unidade de trabalho continuam diminuindo e há um ajuste fiscal “significativo” em andamento.

Lipsky insistiu na necessidade de focar nas reformas estruturais para respaldar a recuperação e mencionou, nesse sentido, que é necessário criar uma legislação para liberar aquelas profissões que estão reguladas, assim como impulsionar as reformas relacionadas com as negociações sindicais e o sistema de pensões.

Lipsky considera que entre os próximos passos importantes a dar pela Grécia figura o de reduzir as barreiras administrativas às exportações e formular uma estratégia para que o setor turístico alcance concretizar todo seu potencial.

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FMI aprova ajuda de 4,1 bilhões de euros para Grécia

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