Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, disse nesta sexta-feira (3/11) que as
filtragens divulgadas nos últimos dias pelo site Wikileaks mostram o
“cinismo” da diplomacia norte-americana.

“Estes vazamentos são
reveladores, mostram todo o cinismo das avaliações e juízos que
prevalecem na política externa de alguns estados. Neste caso, me refiro
aos Estados Unidos da América”, afirmou Medvedev, citado pelas
agências russas.

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Ao mesmo tempo, o líder russo sustentou que a
Rússia não dramatiza a situação criada pelos vazamentos e acrescentou:
“não somos paranoicos e não vinculamos as relações russo-americanas com
as filtragens”.

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Medvedev fez as declarações em entrevista
coletiva com o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, no
balneário russo de Sochi (Mar Negro).

O chefe do Kremlin
acrescentou que os diplomatas americanos “têm direito de fazerem seus
próprios juízos, mas quando estas valorações caem no domínio público
podem realmente prejudicar os vínculos diplomáticos e afetar o espírito
das relações”.

Na véspera, o primeiro-ministro russo, Vladimir
Putin, declarou que não esperava tanta “arrogância, grosseria e falta
de ética” por parte dos diplomatas americanos em uma entrevista a Larry
King, da rede CNN.

Putin garantiu que as afirmações dos
diplomatas americanos em um dos documentos que ele é “Batman” e Medvedev
é “Robin” têm como objetivo “desonrar” aos dois.

O
primeiro-ministro referiu-se ainda aos documentos no qual o secretário
de Defesa dos EUA, Robert Gates, falou ao titular da mesma pasta
francesa (Hervé Morin) que “a democracia russa desapareceu e o governo é
uma oligarquia dirigida pelos serviços de segurança”.

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Filtragens do Wikileaks mostram o "cinismo" dos EUA, diz Medvedev

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