Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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Seif El Islam, um dos filhos do presidente da Líbia, Muhamar Kadafi, fez nesta segunda-feira (21/02) à noite um pronunciamento à nação para negar que aviões militares líbios tenham atingido zonas urbanas do país. Segundo eles, os bombardeios ocorreram apenas onde havia depósitos de armas, longe de áreas habitadas. Há suspeitas de que bairros de Trípoli, a capital, e de Benghazi, a segunda principal cidade líbia, foram alvejadas com aviões da Força Aérea líbia.

Segundo Seif El Islam, as Forças Armadas bombardearam depósitos de armas, localizados em zonas afastadas das concentrações urbanas, para evitar que os manifestantes contrários ao governo tenham condições de conseguir armamentos. “A missão das Forças Armadas é proteger o país e não disparar sobre o povo”, disse ele.

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Apontado como sucessor de Kadafi, Islam indicou, no discurso do último domingo, que o governo vai reagir até o limite aos protestos. “Se o caos se instalar, em vez de chorarmos os 80 mortos desses últimos dias, choraremos centenas de milhares de irmãos nossos e teremos de fugir do país”, afirmou.

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O Ministério da Defesa da Áustria corrigiu ontem à noite a informação de que o espaço aéreo líbio estava fechado. No entanto, as autoridades informaram, em seguida, que um dos seus aviões de transporte militar, tipo C-130, conseguiu levantar voo de Trípoli para Malta, com 62 passageiros e tripulantes europeus.

Também ontem, um C-130 da Força Aérea Portuguesa, enviado pelo governo português para a Líbia, deixou a capital do país com destino a uma base militar na Itália, com 80 portugueses e 34 estrangeiros a bordo.

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Filho de Kadafi nega bombardeios em áreas urbanas da Líbia

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