Terça-feira, 5 de maio de 2026
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A Eurozona, região constituída pelos 20 Estados-membros da União Europeia que adotaram oficialmente o euro como moeda comum, entrou em uma “recessão técnica”, segundo economistas do Velho Continente.

Os dados foram confirmados por um informe da Eurostat, a agência europeia de estatísticas, publicado nesta quinta-feira (08/06), após revisão dos índices de crescimento, que indicou uma queda no primeiro trimestre de 2023.

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Nos primeiros três meses deste ano, o PIB dos 20 países da Eurozona diminuiu 0,1% com relação ao trimestre anterior.

Porém, no conjunto da União Europeia, considerando também os países que não utilizam o euro, registrou-se um crescimento, ainda que muito pequeno, de 0,1%.

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Segundo os economistas, o balanço negativo no início deste ano agravou um panorama que já era ruim, pois o último trimestre de 2022 também revelou queda no crescimento.

Economia dos países que utilizam o euro como moeda registrou números negativos nos primeiros três meses de 2023, e também no último trimestre de 2022

FX Empire

Dados negativos foram confirmados por um informe da Eurostat, a agência europeia de estatísticas, após revisão dos índices de crescimento

No último trimestre de 2022, o PIB dos países da Eurozona diminuiu 0,1%. A queda também aconteceu na União Europeia como um todo, onde houve uma queda de 0,2%.

Para os economistas, dois trimestres consecutivos com queda do PIB são considerados tecnicamente como recessão.

Os novos refletem uma situação que se mostra mais complexa em alguns países específicos, como a Alemanha, a maior economia da Europa, que vem sofrendo uma contração da sua economia desde o segundo semestre de 2022, em função de sua dependência do gás natural russo, o que gerou altas taxas de inflação, que diminuíram o poder aquisitivo da população.

No primeiro trimestre de 2023, a Alemanha experimento uma contração de 0,3% em comparação com o último período do ano anterior. Outros países que registraram forte queda no PIB este ano são Irlanda (4,6%), Lituânia (2,1%) e Países Baixos (0,7%).

Apesar da crise, alguns membros da Eurozona tiveram números recentes positivos. São os casos de Polônia (crescimento de 3,8%), seguida de Luxemburgo (2%) e Portugal (1,6%).

(*) Com informações de ANSA e RT