Sábado, 9 de maio de 2026
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Para que não se repita uma crise financeira como a de 2008, a comissão de valores aprovou nesta sexta-feira (17/9) por unanimidade regras que impedirão os bancos de “maquiarem” seus balanços retirando dívidas ao fim de cada trimestre.

As novas regras respondem as práticas das instituições financeiras que incluem a retirada da dívida ao final de cada trimestre, deixando transparecer uma solidez maior do que é a realidade. A prática é legal, mas muitos críticos do setor financeiro e inúmeros parlamentares consideram que seu uso distorce a imagem real da situação financeira e confunde aos investidores.

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Conhecida na sigla em inglês como SEC, a comissão aponta que a proposta se refere às regras financeiras de curto prazo pelas quais os bancos incorrem em riscos maiores em suas transações de títulos.

Sob as regras propostas, todas as companhias deverão divulgar mais sobre seus empréstimos de curto prazo tanto no trimestre quanto no ano. Os bancos já divulgam seus níveis de dívida uma vez ao ano. A proposta requer que todas as companhias divulguem os níveis de dívida e a média e o máximo de seus empréstimos de curto prazo ao fim de cada trimestre.

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Quando as regras entrarem em vigor, as companhias terão de explicar os propósitos dos negócios que explicam cada empréstimo, a importância do endividamento para a liquidez e o capital da empresa, e qualquer oscilação significativa entre os níveis médio e máximo, comparada com o nível ao fim do trimestre.

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EUA propõem regras para impedir que bancos adulterem dívidas

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