Sábado, 16 de maio de 2026
APOIE
Menu

O subsecretário de Estado dos EUA, William Burns, expressou ao chanceler argentino, Héctor Timerman, as “desculpas” do governo de Barack Obama após os vazamentos do Wikileaks, informaram fontes oficiais.

Burns, que chegou à Argentina como parte de sua viagem pela América do Sul, que já o levou ao Chile e que em breve o conduzirá ao Brasil, esteve com Timerman em uma reunião da qual também participou a embaixadora dos Estados Unidos em Buenos Aires, Vilma Socorro Martínez.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Segundo fontes oficiais, Burns entregou a Timerman uma carta manuscrita dirigida à presidente argentina, Cristina Kirchner, e assinada pela secretária de Estado americana, Hillary Clinton, onde a agradece por ter evitado fazer comentários públicos sobre os documentos diplomáticos vazados pelo Wikileaks.

Leia mais:

Manifestantes protestam contra prisão de fundador do Wikileaks em São Paulo

Centenas de australianos manifestam apoio a Julian Assange

Entidades de defesa da liberdade de imprensa se omitem sobre prisão de Assange

Assange tem pedido de fiança recusado e permanecerá detido até audiência

Por dentro do Wikileaks 2: muito além do furo

Fundador do Wikileaks se entrega à polícia britânica

Por dentro do Wikileaks: a democracia passa pela transparência radical

Julian Assange: 'é fascinante ver os tentáculos da elite americana corrupta'



Em declarações divulgadas pela agência oficial “Télam”, Timerman assinalou que durante a “muito amável” reunião com Burns o funcionário “expressou as desculpas de seu país pela situação do Wikileaks”.

Mais lidas

“Confirmaram que estudam mudar a forma de como recorrem a suas fontes de informação”, acrescentou o chanceler argentino.

Os primeiros documentos revelaram que o Departamento de Estado dos EUA pediu informação a sua embaixada em Buenos Aires sobre o estado mental da presidente Cristina Kirchner.

Os telegramas enviados pelos diplomatas americanos em Buenos Aires também revelaram supostos vínculos de um alto funcionário com a corrupção e o narcotráfico, e que a presidente argentina aceitou “cooperar com o Governo dos Estados Unidos na Bolívia” para melhorar a relação entre os países.

Após o vazamento, no último dia 2, Hillary telefonou para Cristina para dar explicações sobre os documentos que fazem referência à Argentina.

Siga o Opera Mundi no Twitter

Conheça nossa página no Facebook

EUA pedem desculpas à Argentina após vazamentos do Wikileaks

NULL

NULL

NULL