Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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O primeiro dos 12 soldados norte-americanos acusados de fuzilar civis sem motivo no Afeganistão vai a julgamento a partir desta quarta-feira (1/12) na justiça militar em Washington, de acordo com a emissora britânica BBC. No entanto, o sargento Robert Stevens não é acusado por assassinato, pelo fato de o disparo não ter saído de sua arma.

O crime aconteceu em março, quando soldados dos EUA dispararam contra três homens, alegando que estes representavam uma ameaça. No mesmo mês, no início das investigações, Stevens afirmou que os afegãos estavam armados e munidos com granadas, o que depois foi desmentido. O militar responderá por conspiração, assalto, agressão e lesão corporal dolosa.

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Além deste crime, o sargento é acusado de atirar uma granada de seu blindado “quando não havia nenhuma ameaça imediata a si próprio ou outros soldados”, segundo a promotoria responsável pelo caso.

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De acordo com os procuradores do exército dos EUA, os assassinatos foram cometidos por “diversão” e posteriormente supostos ataques foram inventados para “encobrir” os crimes.

Se condenado, Stevens pode pegar até 27 anos de prisão.





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EUA julgam soldado acusado de matar civis "por diversão" no Afeganistão

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