Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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(atualizada às 19h51)

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (1º/12) que vai criar uma comissão para investigar vazamentos de documentos confidenciais e propor reformas na distribuição de informações por causa da divulgação de segredos de Estado realizada pelo site WikiLeaks desde o último domingo.

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Segundo a imprensa local, o próprio presidente Barack Obama determinou a criação de um “grupo de trabalho” especial para impedir o vazamento de novos documentos sigilosos. O grupo seria chamado de Comitê de Políticas Interagências para Wikileaks (no original, “Interagency Policy Committee for Wikileaks”) e terá a missão de coordenar as agências de inteligência e órgãos do governo para fiscalizar o sigilo sobre informações trocadas entre eles.

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De acordo com um comunicado da Casa Branca, o comitê deverá “individualizar e desenvolver as reformas estruturais necessárias à luz do vazamento de notícias do Wikileaks”.

O nome proposto para chefiar o comitê seria o de Russell E. Travers, atual vice-diretor do Centro Nacional de Contra-Terrorismo (desde 2003) e ex-funcionário da CIA.

No domingo passado (28/11), os jornais New York Times (EUA), El País (Espanha), Le Monde (França) e The Guardian (Reino Unido) e a revista Der Spiegel (Alemanha) publicaram o conteúdo de 250 mil correspondências diplomáticas dos EUA, com informações delicadas, o que causou controvérsias em nível internacional.

As mensagens trocadas entre as embaixadas revelam, entre outras questões, como o Departamento de Estado ordenou que se espionasse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e as dúvidas que outros líderes internacionais despertam no governo norte-americano.

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EUA anunciam comissão para investigar vazamento de documentos confidenciais

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