Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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A primeira-dama de Ucrânia, Yelena Zelenskaya, afirmou nesta sexta-feira (25/11) que a grande maioria dos seus compatriotas está disposta a enfrentar um longo período de frio e falta de eletricidade, se isso significar que o seu país terminará sendo aceito formalmente na União Europeia no final desse processo.

A declaração foi dada durante uma entrevista de Zelenskaya ao canal britânico BBC. A primeira-dama assegurou que conta com uma pesquisa de opinião com números que respaldariam essa afirmação.

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“Sabemos que o inverno pode ser mais um desafio para nós se não houver aquecimento em nossas casas. E a maioria dos ucranianos, mais de 90% dos entrevistados, responderam que estão prontos para aguentar o racionamento por dois, três anos, se eles virem a perspectiva de nossa adesão à EU”, comentou.

No entanto, a primeira-dama não entregou maiores detalhes sobre a pesquisa, que instituto a realizou, onde e como foram feitas as entrevistas, em que período e tampouco a quantidade de entrevistados.

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Segundo a primeira-dama, seus compatriotas estariam “dispostos a resistir por anos à falta de eletricidade e de calefação” em nome da causa

Nesta semana, o primeiro-ministro da Ucrânia, Denis Shmygal, anunciou a proibição da exportação de lenha no país, tendo em vista que este é um recurso básico para o aquecimento em muitas regiões do país.

Também nesta semana, a empresa energética Ukrenergo informou que as restrições impostas pelo governo no consumo de energia resultarão em um déficit de eletricidade de cerca de 30% nas redes a nível nacional.

Já o prefeito de Kiev, anunciou nesta mesma sexta-feira que apenas um terço das residências da capital ucraniana possuem sistema de aquecimento funcionando, e que metade dos edifícios residenciais da cidade está sem eletricidade.

(*) Com informações de RT