Domingo, 10 de maio de 2026
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O ministro espanhol do Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, disse nesta quinta-feira (7/10) que não há indícios ou dados que comprovem o vínculo do governo da Venezuela com o treinamento do grupo separatista basco ETA. 

“Não há nenhum dado, nenhuma afirmação dos dois venezuelanos suspeitos de serem membros do ETA que possa interferir, nem sequer levantar suspeita de que o governo venezuelano tenha a ver com isso'', disse o ministro Pérez Rubalcaba em declarações a jornalistas no Senado espanhol, citadas pela Telesur.

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A afirmação de Rubalcaba fez referência a declarações feitas na segunda-feira passada por dois supostos integrantes do ETA, Xabier Atristain e Juan Carlos, que disseram à Justiça da Espanha que entre os meses de julho e agosto de 2008 receberam treinamento da Venezuela.

Pérez Rubalcaba disse também que o testemunho dos dois presos não implica em envolvimento do governo venezuelano.

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O ministro pediu que a Venezuela adiante as investigações sobre as acusações de treinamento em seu território. Segundo o auto do processo na Justiça espanhola, um membro do ETA deportado em 1989 para a Venezuela, Arturo Cubillas, ministrou cursos de formação em 2008 aos membros detidos.

Desmentido

Na segunda-feira, o governo venezuelano rejeitou as acusações de que estaria envolvido em atividades irregulares em seu território e emitiu um comunicado informando que vai cooperar com o governo espanhol nas investigações.

”O governo venezuelano refuta e desmente, reiterando o conteúdo do comunicado emitido em 8 de março de 2010 junto ao governo da Espanha, qualquer afirmação que pretenda vinculá-lo à organização terrorista ETA, cujas atividades rejeita sem paliativos”, disse Chávez, segundo o site da emissora VTV.

Javier Atristain Gorosabel e Juan Carlos Besance Zugasti  foram presos na semana passada na província basca de Guipúzcoa, no norte da Espanha. Os dois eram buscados por suspeita de “praticar terrorismo” e de portar armas e explosivos ilegalmente.

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Espanha nega provas de ligação entre ETA e Venezuela

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