Sábado, 16 de maio de 2026
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A primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, lançou nesta terça-feira (14/06) uma nova campanha para a independência do país, desafiando o governo de Boris Johnson. Em 2014, um pleito do tipo apontou que 55% dos escoceses queriam permanecer no Reino Unido.

“Depois de tudo que aconteceu, o Brexit, a Covid-19, o Boris Johnson, chegou a hora de apresentar uma visão diferente e melhor para a Escócia. Há um mandato indiscutível para um segundo referendo”, disse Sturgeon em coletiva de imprensa.

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Ainda conforme a chefe do governo, “muita coisa mudou” desde 2014, especialmente, a saída do Reino Unido da União Europeia, algo que a maioria dos moradores locais rejeitou durante a votação do Brexit.

“Na vida cotidiana, as pessoas em toda a Escócia estão sofrendo com o impacto do aumento do custo de vida, do baixo crescimento, da crescente desigualdade, das finanças públicas limitadas e das múltiplas implicações de um Brexit pelo qual não votamos”, acrescentou a líder política.

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Sem citar diretamente as recentes violações das regras sanitárias da Covid-19 de membros do governo de Londres e do próprio Johnson, Sturgeon ainda destacou que o premiê “não tem nenhuma autoridade democrática na Escócia e nenhuma autoridade moral em todo o Reino Unido”.

A chefe do governo ainda afirmou que pretende seguir o rito institucional para aplicar um novo referendo. Mas, em caso de uma resposta negativa de Londres, “podemos encontrar um caminho alternativo”.

Conforme a chefe do governo, 'muita coisa mudou' desde 2014, especialmente com a saída do Reino Unido da União Europeia, algo que a maioria dos moradores locais rejeitou

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Líder do governo escocês, Nicola Sturgeon, desafia Boris Johnson e retoma debate