Terça-feira, 12 de maio de 2026
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O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou nesta segunda-feira (8/11) que a Organização das Nações Unidas será “bem-vinda” em seu país para a realização de investigações sobre as supostas violações aos direitos humanos durante a rebelião política de 30 de setembro.

A ONU “será bem-vinda” também para observar “a dupla moral” de alguns meios locais e de setores da oposição, que negam “o evidente sequestro e tentativa de assassinato contra o presidente”, afirmou Correa, segundo publicou o jornal oficial El Ciudadano.

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No mês de setembro, um grupo de policiais se rebelou supostamente com o objetivo de reclamar benefícios salariais, que seriam retirados a partir de uma reforma trabalhista impulsionada pelo Executivo.

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Ao tentar dialogar com os manifestantes – que ocuparam quarteis e também o aeroporto internacional de Quito -, Correa foi agredido e, depois, mantido “refém”, segundo ele denunciou na ocasião, em um hospital da capital.

Na última semana, parlamentares do país anunciaram o pedido para que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos investigue os fatos que, segundo alegam, não consistiram em uma tentativa de golpe de Estado, mas sim de insubordinação.

Na época, diversos líderes mundiais, além de organismos internacionais, como a OEA (Organização dos Estados Americanos) e a Unasul (União das Nações Sul-Americanas), repudiaram a mobilização, considerando-a uma tentativa de golpe contra o mandatário constitucional do Equador.

Correa conseguiu deixar o hospital policial de Quito, para onde foi após a agressão, depois de cerca de 12 horas. Ele teria sido resgatado por um comando leal ao seu governo. De acordo com dados da imprensa local, ao menos oito pessoas morreram naquele dia.

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Equador se diz a favor de investigação da ONU sobre rebelião de 30 de setembro

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