Sábado, 16 de maio de 2026
APOIE
Menu

Colômbia e Equador superaram nesta quarta-feira (22/12) de maneira formal um distanciamento de quase três anos, com uma cerimônia conjunta em Bogotá de troca de cópias de cartas credenciais dos novos embaixadores de ambos os países.

Os ministros das Relações Exteriores da Colômbia, María Ángela Holguín, e do Equador, Ricardo Patiño, lideraram o reencontro diplomático em um salão de protocolos do Palácio de San Carlos, sede da Chancelaria em Bogotá.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

“Para nós é muito satisfatório, chanceler (Patiño), que tenhamos nossos embaixadores credenciados”, expressou a titular de Exteriores colombiana. “Com este passo que estamos dando hoje já temos as relações entre os dois países completamente estabelecidas”.

Leia mais:

CIDH confirma processo do Equador contra a Colômbia

Colômbia promete combater guerrilheiros das FARC

Congresso colombiano decide afastar senadora Piedad Córdoba

Perfil: Piedad Córdoba, a lutadora que não espera gratidão 

Senadora Piedad Córdoba nega ter vínculos com as Farc  


Analistas no Equador discordam se revolta policial foi tentativa de golpe ou não

Correa volta a pedir que Colômbia entregue informações sobre bombardeio a acampamento das FARC no Equador

Mais lidas

A chanceler falou após receber cópias de cartas credenciais do ex-ministro e escritor equatoriano Raúl Vallejo, a quem o presidente Rafael Correa designou para a embaixada em Bogotá no último dia 14.

Com a cerimônia desta quarta-feira, os Governos da Colômbia e Equador encerraram o pior momento da história em suas relações bilaterais, causado pelo bombardeio colombiano de 1º de março de 2008 a uma base da guerrilha colombiana em solo equatoriano.

Na ação, morreram o porta-voz internacional das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), conhecido como “Raúl Reyes”, e outras 25 pessoas, inclusive um suposto rebelde equatoriano e quatro universitários mexicanos.

Correa considerou o ataque uma agressão e uma violação à soberania de seu país, e dois dias depois rompeu relações com o Governo do então presidente Álvaro Uribe.

Siga o Opera Mundi no Twitter          

Conheça nossa página no Facebook

Equador e Colômbia formalizam retomada das relações bilaterais

NULL

NULL

NULL