Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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O presidente da Líbia, Muammar Kadafi, rejeitou nesse domingo (27/02) a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que impõe sanções ao país. Em declaração à imprensa estrangeira, Kadafi afirmou que a medida é inválida”. “O Conselho de Segurança adotou uma resolução que é inválida, segundo a Carta das Nações Unidas”, disse o líder, numa declaração de dez minutos ao canal sérvio de televisão Pink Television.

“Como é possível que o Conselho de Segurança adote uma resolução com base em notícias de imprensa? É inaceitável e vai contra o senso comum”, disse Kadafi. Mais uma vez, ele responsabilizou o grupo terrorista Al Qaeda pelas manifestações que ocorrem no país desde o último dia 15.

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Segundo Kadafi, ao contrário do noticiário internacional, a situação está controlada. “Não há incidentes de momento e a Líbia está em sossego total. Não há nada fora do normal, não há agitações”, afirmou.

No último sábado, o Conselho de Segurança aprovou a resolução que impõe embargo de venda de armas à Líbia com base em informações de que mais  mil pessoas morreram em conflitos entre forças de segurança e manifestantes. Também ficou decidido que os bens do presidente líbio e seus parentes serão congelados.

De acordo com a oposição a Kadafi, o presidente está isolado e cercado. Há informações de que várias cidades importantes da Líbia estão sob poder dos manifestantes, entre elas a litorânea Banghazi. No entanto, os esforços dos oposicionistas são para tomar a capital Trípoli, que aparentemente está sob poder do governo.

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Embargo imposto pelas Nações Unidas à Líbia é inválido, diz Kadafi

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