Terça-feira, 12 de maio de 2026
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O vice-presidente colombiano, Angelino Garzón, em resposta a um comunicado do ELN (Exército de Libertação Nacional), condicionou nesta quarta-feira (03/11) o diálogo com as guerrilhas ao fim dos sequestros e dos atos terroristas, além do desarmamento.

“Precisamos de fatos que estejam dirigidos a dizer que não continuamos sequestrando, não continuamos desenvolvendo ações terroristas, não seguimos com ações violentas, não seguimos colocando minas de fragmentação e tomamos a decisão de que esta violência não tem sentido. A mensagem à guerrilha é menos palavras e mais fatos”, indicou Garzón.

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O vice de Juan Manuel Santos acrescentou também que o governo está disposto a construir cenários de paz, mas reiterou que os grupos armados devem acenar com “sinais concretos”.

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A declaração de Garzón é uma resposta a uma mensagem em vídeo do líder do ELN, Nicolás Rodríguez Bautista, divulgada nesta quarta-feira pela imprensa e que fora postada no YouTube no último dia 31.

Na aparição, Rodríguez Bautista afirma ser a favor de “um diálogo de paz” e ainda pede à Unasul [União das Nações Sul-Americanas] que acompanhe “a busca pela paz na Colômbia”.

Segunda força

O ELN é a segunda maior guerrilha desse país, atrás apenas das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Segundo cálculos feitos há alguns anos, o grupo contaria com cerca de cinco mil homens armados, mas acredita-se que as ofensivas militares da administração de Álvaro Uribe (2002-2010) fragilizaram essa força, diminuindo o número de rebeldes.

Desde que assumiu o governo colombiano, há cerca de três meses, Santos demonstra estar disposto a encontrar uma solução ao conflito armado em sua nação, sempre condicionando esta negociação ao fim da luta armada e das ações criminosas.

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Em resposta à guerrilha ELN, governo colombiano pede ações concretas‏

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