Segunda-feira, 18 de maio de 2026
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O presidente tunisiano, Zine el Abidine Ben Ali, abandonou nesta sexta-feira (14/01) a Tunísia em direção à Malta, frente aos protestos contra o aumento dos preços e o desemprego que eclodiram na semana passada. O exército tomou o controle do país, informou a rede de televisão Al Jazira

O exército tomou nesta sexta-feira o controle do aeroporto internacional de Túnis-Cartago e o espaço aéreo do país foi fechado, informou à AFP um funcionário de alto escalão do setor aeroportuário.

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A saída do presidente, no poder há 27 anos, vem após um dia de violentos protestos na capital, Túnis. Mais cedo Bel Ali destituiu o governo e anunciou a convocação de eleições legislativas antecipadas em um prazo de seis meses, mas a medida não acalmou os manifestantes.

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Ben Ali havia prometido em seu discurso uma “mudança completa e profunda” em nível político e social no país, da qual devem participar todos os atores da sociedade civil e política, incluindo a oposição. 

Um puco antes, o governo tunisiano decretou estado de emergência em todo o país, com toque de recolher entre 18h e 06h, acompanhado da proibição de reuniões em via pública e autorização às forças da ordem de disparar contra qualquer “suspeito” que resistir às ordens.

O governo reconheceu até o momento 21 mortos nos protestos, mas os sindicatos e as organizações de direitos humanos falam de mais de 60 vítimas.

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Em meio a crise política, presidente Ben Ali deixa a Tunísia ‎

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