Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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O papa Bento XVI exonera os judeus de serem os culpados por Jesus ser condenado à morte na segunda parte de seu livro Jesus de Nazaré, que será lançado no dia 10 de março.

No livro, que nesta quarta-feira o Vaticano adiantou alguns capítulos, o Pontífice assinala que, quando no Evangelho de Mateus se fala que “todo o povo” pediu a crucificação de Cristo, “não se expressa um fato histórico”.

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“Como seria possível todo o povo [judeu] estar presente nesse momento para pedir a morte de Jesus?”, questiona o papa teólogo, que reconhece que essa errônea interpretação teve consequências “fatais”, em referência às contínuas acusações de deicídio aos judeus durante séculos, que propiciou sua perseguição.

Bento XVI acrescenta que a “realidade” histórica aparece mais correta nos evangelhos de João e Marcos.

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Segundo o bispo de Roma, o verdadeiro grupo de acusadores foram alguns círculos do templo de Jerusalém e a massa que apoiava Barrabás no contexto da anistia pascal.

O Concílio Vaticano II (1962-1965), que lançou à Igreja ao século XXI, promulgou a declaração “Nostra Aetate”, com o fim dos católicos retiraram as acusações de deicídio contra os judeus.

A segunda parte do livro Jesus de Nazaré, que será apresentado no dia 10 de março no Vaticano, é dedicada à paixão, morte e ressurreição de Cristo, os momentos mais decisivos na vida de Jesus, segundo o papa.

A primeira parte do livro, de 448 páginas, foi apresentada pelo Vaticano no dia 13 de abril de 2007 e nela o pontífice mostrou um Jesus “real”, e afirmou que Cristo é uma figura “historicamente sensata e convincente”.

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Em livro, Bento XVI exonera judeus de serem os culpados pela morte de Jesus

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