Terça-feira, 12 de maio de 2026
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Ao chegar à Tailândia nesta quinta-feira (17/11), para participar do Foro da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (APEC), o presidente da China, Xi Jinping, afirmou que seu país pretende trabalhar para que a região não se transforme em “uma arena de disputa de poder entre as grandes potências”.

Segundo o mandatário chinês, “nenhuma tentativa de iniciar uma nova Guerra Fria será permitida pelo povo ou pelos nossos tempos”.

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Sua declaração é um aperitivo do evento que se realizará em Bangkok, capital da Tailândia, nestes dias 18 e 19 de novembro. Na mesma ocasião, Xi alertou sobre “o crescimento de uma mentalidade de Guerra Fria, baseada no hegemonismo, no unilateralismo e no protecionismo”.

No entanto, evitou se referir a um país ou uma figura específica que estaria por trás desse movimento que descreveu.

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“Atos que distorcem as regras internacionais, interrompem os laços econômicos, aumentam os conflitos e impedem a cooperação para o desenvolvimento têm sido muito comuns. Tudo isso representa um sério desafio para a paz e o desenvolvimento na Ásia-Pacífico”, acrescentou Xi.

Presidente Xi Jinping fez declaração na véspera do evento na Tailândia e ressaltou que o continente 'não será arena de disputa das grandes potências'

China News Service

O presidente da China, Xi Jinping, durante discurso em Pequim

Apesar das advertências, o presidente chinês admitiu que “a cooperação em nossa região tem avançado constantemente e a paz, o desenvolvimento e a parceria ganha-ganha continuem sendo a tendência fundamental”.

Sobre como lidar com aqueles que têm aspirações hegemônicas (novamente, sem especificar de que pessoas ou de países se referia), Xi aconselhou o caminho de evitar “o confronto entre blocos, as guerras e os conflitos”.

Em seguida, defendeu que a região (Ásia-Pacífico) “não é o quintal de ninguém”, e que o governo chinês trabalhará para evitar cenários como esse.

“Temos que fortalecer a cooperação, apoiar e ajudar uns aos outros e deixar a Ásia-Pacífico liderar a recuperação econômica global”, concluiu o líder chinês.

(*) Com informações de RT