Domingo, 17 de maio de 2026
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Condenada à morte no Irã sob a acusação de participação no assassinato do marido e infidelidade, a viúva  Sakineh Mohammadi Ashtiani, de 43 anos, concedeu no sábado (1/1) uma entrevista coletiva na cidade de Tabriz. Segundo a rede estatal de televisão, Press TV, Sakineh foi autorizada a falar com a imprensa depois de se encontrar com o filho Sajjad Qaderzadeh.

Pela reportagem da Press TV, Sakineh negou que tenha sido coagida a admitir culpa e responsabilidade no assassinato do marido. A Justiça do Irã suspendeu temporariamente a sentença proferida contra a viúva e o caso dela está sendo avaliado.

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Inicialmente, Sakineh foi condenada à morte por apedrejamento por infidelidade e participação no assassinato do marido. O advogado que a defendia fugiu do Irã alegando que ele e a família corriam risco de morte.

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O caso gerou repercussões internacionais. Em setembro, Dilma criticou o governo Ahmadinejad ao discordar da sentença de morte dada à viúva iraniana de 43 anos. “Eu sou radicalmente contra o apedrejamento. Entendo que é uma coisa muito bárbara”, disse Dilma.

Ao longo do processo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu a libertação de Sakineh e ofereceu para ela ficar no Brasil. Em resposta, o governo iraniano, classificou o Brasil como “desinformado” sobre o caso. 

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Em entrevista coletiva, Sakineh nega ter sido coagida a assumir assassinato do marido

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