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A violência no México, principalmente em regiões fronteiriças do norte, provocou em 2010, em média, uma morte a cada 40 minutos. Segundo estatísticas citadas pela edição digital do jornal Milênio, o ano passado foi o mais violento dos últimos quatro da gestão do presidente Felipe Calderón, período no qual ocorrerram quase 30 mil mortes violentas.

Ciudad Juárez, no estado de Chihuahua, manteve a triste liderança de ser a localidade mais perigosa do país, seguida por Sinaloa, Baixa Califórnia, Durango, Guerrero, Michoacán, Nova León, Sonora e Tamaulipas.

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Março marcou um recrudescimento da violência quando, pela primeira vez em seis anos, foram ultrapassadas mil mortes em um mês, tendência que continuou durante um semestre. Agosto foi o mais violento com um registro de 42 execuções por dia como média.

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Segundo a retrospectiva do Milênio, a data mais sangrenta foi o dia 24 de agosto com 132 execuções, das quais 72 foram cometidas no município de San Fernando, no estado de Tamaulipas, onde foram massacrados imigrantes centro-americanos que não pagaram aos seus sequestradores o resgate exigido.

Outras jornadas violentas foram os dias 14 de junho, quando assassinaram 91 pessoas: 34 em Sinaloa, 23 em Nayarit e o resto em outros estados; e 11 de junho, data em que se contabilizaram 75 mortes, 20 delas em Tamaulipas e 19 em um centro de reabilitação em Chihuahua.

A análise assegura que morreram 755 policiais e militares em 2010, número maior ao do ano anterior. Também os assassinatos de mulheres (762) superaram aos de 2009.

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Em 2010, uma pessoa a cada 40 minutos morreu de forma violenta no México

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