Terça-feira, 19 de maio de 2026
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As reformas propostas pelo regime do presidente egípcio, Hosni Mubarak, para superar a crise política no país são “insuficientes”, considerou neste domingo (6/2) a Irmandade Muçulmana, principal força de oposição no Egito.

O dirigente da irmandade, Saad Katatni, disse que as propostas apresentadas na reunião pelo vice-presidente Omar Suleiman e outros representantes políticos “não são suficientes” e que o encontro “foi apenas um primeiro passo”.

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Também opositor do regime, Mohamed El Baradei, que regressou ao país para apoiar os jovens que iniciaram a revolta contra Hosni Mubarak, disse que não foi convidado para o diálogo entre a Irmandade Muçulmana e o governo. Ele descreveu as discussões como “opacas”. “Não fui convidado para participar das negociações, neste diálogo, mas sigo o que está acontecendo”, disse El Baradei.

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As negociações entre o governo egípcio e a Irmandade Muçulmana começaram hoje. Além da irmandade participaram das negociações os partidos Wafd (liberal) e Tagammou (esquerda), membros de um comitê escolhido por grupos pró-democracia.

Desde 25 de janeiro, manifestantes fazem protestos nas ruas e exigem que o presidente egípcio, Hosni Mubarak, deixe o poder.

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Egito: Oposição considera insuficientes propostas de reforma apresentadas pelo governo

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