Segunda-feira, 18 de maio de 2026
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Os dois ministros da União Geral dos Trabalhadores Tunisianos (UGTT), um dos responsáveis pela revolta social que forçou a queda do presidente Zine el Abidine Ben Ali, renunciaram nesta terça-feira (18/01) em protesto pela conformação do novo Executivo de transição, informaram fontes sindicais à agência Efe.

A direção do sindicato, reunida nesta manhã em sessão urgente, decidiu não reconhecer o novo Executivo, manifestou à Efe Lutfi Jalamumi, conselheiro principal do secretário-geral da UGTT.

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Os dois representantes do sindicato no gabinete de transição anunciado na segunda-feira eram Abdelyelid Budui, como ministro conselheiro do primeiro-ministro, e Husín Dimasi, como ministro de Formação Profissional e Emprego.

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O secretário-geral do sindicato deve oferecer uma entrevista coletiva nesta terça-feira e para explicar a posição da UGTT, que retirou igualmente seus representantes em instituições como o Parlamento e o Conselho Econômico e Social, indicou Jalamumi.

O novo governo de transição tunisiano mantém cargos importantes como Interior, Assuntos Exteriores, Defesa e Finanças a seis ministros do Reagrupamento Constitucional Democrática (RCD), o partido no poder do presidente deposto.

O Executivo, que deve conduzir a transição do país até a convocação de eleições, inclui também os dirigentes dos três partidos de oposição legais e representantes de movimentos sociais e culturais críticos com o antigo regime.

A decisão da UGTT, que teve um papel importante na organização dos protestos sociais que acabaram com o regime de Ben Ali, coincide com a realização de diversos protestos e manifestações na capital que reivindica a retirada dos membros da RCD do governo.

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Dois ministros renunciam após divulgação do governo de transição da Tunísia

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