Domingo, 3 de maio de 2026
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O dissidente cubano Guillermo Fariñas abandonou a greve de fome que começara há mais de quatro meses para pedir a libertação de presos adoecidos, segundo uma nota divulgado por ele nesta quinta-feira (8/7).

No texto, Fariñas afirma que “adiou” o protesto durante o prazo de entre três e quatro meses dado pelo governo de Raúl Castro na véspera para libertar gradualmente 52 presos condenados em 2003.


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“Comprometo-me a me curar diante de meus irmãos”, disse o jornalista e psicólogo no comunicado que assinou perante uma comissão de membros de organizações dissidentes que o visitou no hospital na cidade de Santa Clara, onde está internado desde 12 de março.

Fariñas, de 48 anos, agradeceu a solidariedade “de todos os homens e mulheres de boa vontade no mundo que foram meu escudo protetor contra manobras repressivas”. Também ressalta o trabalho “heróico e digno” do movimento Damas de Branco, apoiado pelos Estados Unidos.

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Fariñas começou a greve de fome depois da morte do preso Orlando Zapata, para exigir a libertação de outros presos que estão doentes.



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Dissidente cubano Guillermo Farinas termina greve de fome

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