Segunda-feira, 18 de maio de 2026
APOIE
Menu

A presidenta Dilma Rousseff deverá ir ao Paraguai no dia 26 de março, mantendo como prioridade as relações com os países da América do Sul. Antes, Dilma deve ir à Argentina e ao Uruguai, fechando assim as conversas com os parceiros do Mercosul.

Em Assunção, capital paraguaia, Dilma pretende ampliar as parcerias na área social – saúde, educação e erradicação da pobreza – e avançar no debate sobre questões de energia elétrica.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

Dilma e Cristina Kirchner representam liderança e coragem, afirmou chanceler brasileiro

Política externa será orientada em defesa dos direitos nacionais e do diálogo, diz Patriota

Dilma pretende agendar visita à Venezuela durante Cúpula América do Sul e Países Árabes

Prioridade do governo é com reconstrução do Haiti e não com vazamentos do passado, diz Patriota

A agenda de Dilma foi fechada hoje (17/01) durante a visita do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, a Assunção. Patriota conversou com o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, o chanceler, Hector Lacognata, e vários assessores. Segundo Patriota, a presidenta cumprirá uma “agenda ambiciosa” no Paraguai.

Mais lidas

As informações são da Ipparaguay, a agência pública de notícias do país. Patriota reiterou que o governo brasileiro aguarda a votação, no Congresso Nacional, do tratado de revisão de tarifas de Itaipu, firmado em julho de 2009. A vice-ministra de Minas e Energia do Paraguai, Mercedes Canese, disse que o tema é prioridade para seu país.

Pelo acordo, haverá um reajuste de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões sobre a taxa anual de cessão paga ao Paraguai pela energia não usada da Usina de Itaipu Binacional. Atualmente, o governo brasileiro paga US$ 43,8 pelo megawatt-hora de Itaipu, somados a US$ 3,17 pela cessão da energia que o Paraguai não usa.

O valor da taxa de cessão será de US$ 9,51, tão logo o acordo seja aprovado pelos dois parlamentos. O comércio entre o Brasil e o Paraguai atingiu US$ 3,16 bilhões em 2010, o que representa aumento de 39% em relação a 2009.

De acordo com Antonio Patriota, vão ser ampliados os investimentos públicos e privados entre os dois países. Um dos temas mais delicados nas relações entre eles é o tratamento dispensado aos cerca de 90 mil  “brasiguaios” – agricultores brasileiros que vivem na área fronteiriça. Os camponeses que, em geral, mantêm-se com a agricultura de subsistência, reclamam de preconceito e dificuldades. Desde o ano passado, foram intensificadas as negociações em busca de uma solução para a vida deles.

Siga o Opera Mundi no Twitter   

Conheça nossa página no Facebook

Dilma deve ir ao Paraguai no dia 26 de março determinada a cumprir agenda social

NULL

NULL

NULL