Segunda-feira, 18 de maio de 2026
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A presidente Dilma Rousseff analisará nesta terça-feira (18/01) o conteúdo da carta enviada pela deputada iraniana Zore Elahian sobre a situação de Sakineh Ashtiani, a mulher condenada à morte no país asiático, informou uma fonte oficial.

Dilma e o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, se reunirão nesta terça-feira amanhã para ler e analisar a carta que foi recebida pelo Ministério das Relações Exteriores nesta segunda, divulgou a agência de notícias Agência Brasil.

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Dilma não divulgou o conteúdo da nota, mas em seu comunicado a presidente agradeceu “o interesse” da deputada iraniana por “contribuir para um diálogo construtivo entre os dois países sobre assuntos bilaterais e multilaterais”.

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Também considera “muito positiva a disposição da deputada para realizar uma ampla troca de opiniões por meio dos canais adequados” e assinala, nesse sentido, que “um diálogo com as comissões de direitos humanos do Congresso brasileiro poderia ser de grande utilidade”.

Conforme a versão da carta da deputada divulgada de forma confusa no Irã, se dava a entender que a condenação por enforcamento aplicada à Sakineh pelos delitos de adultério e cumplicidade com o assassinato de seu marido tinha sido suspensa.

No entanto, o procurador-geral do Estado e porta-voz do Poder Judiciário iraniano, Gholam Hussein Mohseni Ejei, negou posteriormente que a pena tinha sido suspensa e assegurou que o processo segue seu trâmite normal.

Em declarações à agência de notícias estatal iraniana Irna, Ejei insistiu que o processo ainda está em curso e que não houve novidades.

Sakineh Ashtiani, de 43 anos, foi condenada em 2006 à morte por lapidação por suposto adultério e à forca pela acusação de ter colaborado no assassinato do seu marido, com a ajuda do amante, em 2004.

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