Domingo, 3 de maio de 2026
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As inundações registradas no México, decorrentes das fortes chuvas das últimas semanas, mantêm a fronteira com os Estados Unidos, além de outras regiões de país, em estado de alerta.

Em algumas zonas dos estados de Nuevo León e Coahuila, as mais castigadas pelo furacão Alex, que atingiu o país há duas semanas, foi iniciada a reconstrução e milhares de pessoas continuavam retornando a suas casas semidestruídas. Em Tamaulipas teme-se que a situação piore.

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O aumento do fluxo do rio Bravo, fronteira natural com o território norte-americano, fez com que o prefeito de Reynosa, Oscar Luebbert, declarasse o “alerta máximo” frente aos riscos de transbordamentos. Por sua vez, a Comissão Internacional de Limites e Águas (órgão bilateral) acredita que a situação irá se estabilizar.

Já na região sudeste do México, as chuvas continuavam provocando estragos e causaram a morte de um centro-americano, que foi arrastado pelo rio Coatán, no estado de Chiapas.

Em Michoacán, na costa do Pacífico, há cerca de 150 habitações e dois mil hectares de plantações de milho e sorgo afetados pelo transbordamento do rio Lerma, entre os municípios de La Piedad e Penjamillo.

No estado de Tabasco, as chuvas procedentes da Guatemala elevaram o nível do rio Usumacinta, que também ameaçava transbordar.

De acordo com dados da última semana, pelo menos 28 pessoas morreram e mais de 100.000 foram afetadas diretamente pelas fortes chuvas que atingiram o país.

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Devido a chuvas, estados mexicanos mantêm alerta na zona fronteiriça com os EUA

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