Terça-feira, 5 de maio de 2026
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O movimento fundamentalista Hamas anunciou apoio à construção de uma mesquita perto do chamado Marco Zero, em Nova York, local dos ataques contra as torres gêmeas do World Trade Center, em 11 de setembro em 2001.

Em entrevista à rádio nova-iorquina WABC-AM, Mahmud Zahar, um dos mais importantes líderes do Hamas, convocou muçulmanos de todo o mundo a se organizarem para construir cada vez mais mesquitas e defendeu que isso seja feito também perto do Marco Zero.

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“Os muçulmanos têm os mesmos direitos que os judeus e os cristãos, para construir e para rezar”, disse.

Na mesma entrevista na rádio, também estavam presentes o senador democrata Chuck Schumer e o deputado Peter King, ambos contra a construção da mesquita. Segundo o jornal norte-americano The New York Times, Schumer disse que “os comentários de Zahar não têm valor porque o Hamas é um grupo terrorista”. Já King se recusou a responder.

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Defesas

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, judeu e conhecido pelo apoio a Israel, se declarou a favor da construção da mesquita. A iniciativa também foi apoiada pelo presidente Barack Obama, que defendeu a construção no sábado (14/8) durante a celebração do Ramadã na Casa Branca. Em seu discurso, Obama lembrou o compromisso do país com a liberdade religiosa.

“Como cidadão e como presidente, acredito que os muçulmanos têm o direito de praticar a sua religião como qualquer outro. O que inclui o direito de construir um lugar de oração e de um centro comunitário, em propriedade privada, em Manhattan, de acordo com as leis e as normas locais”, disse.

No domingo, a rede de TV norte-americana CNN divulgou uma pesquisa mostrando que a população está divida quanto a polemica da notícia. De acordo com os dados, 70% dos cidadãos opõem-se ao projeto. Destes, 72% se dizem republicanos e 54%, democratas.



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Depois de Obama, Hamas declara apoio a mesquita em Nova York

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