Terça-feira, 19 de maio de 2026
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Os advogados que representam a Itália no processo envolvendo a extradição do ativista italiano Cesare Battisti entraram nesta quinta-feira (03/02) com duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF). As ações pretendem derrubar o ato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que negou a extradição no dia 31 de dezembro, e impedir que Battisti seja solto, além de pleitearem o cumprimento imediato da extradição.

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Segundo o advogado Nabor Bulhões, a decisão do STF em 2009 não deixou ao presidente a prerrogativa de decidir sobre o futuro de Battisti. “O acórdão diz que o presidente poderia decidir como seria a extradição e, não, se poderia ou não extraditar. A última palavra em extradição sempre é do presidente, mas isso não quer dizer que ele pode fazer o que quiser”, afirmou Bulhões.

A defesa quer desconstituir o ato de Lula porque afirma que ele desobedeceu o que foi decidido pelo STF em 2009. Segundo os advogados, o julgamento resultou na “expressa determinação da entrega do extraditando à República Italiana, nos termos do tratado [bilateral de extradição] e mediante os condicionamentos veiculados na decisão [comutação de pena e detração]”.

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Partindo da premissa de que o ato de não extradição de Lula é ilegal, os advogados da Itália também pedem que a Corte desconsidere o pedido de soltura de Battisti protocolado pela defesa do italiano no início de janeiro. “O ato em que se funda a defesa para pedir a revogação é insubsistente”, disse Bulhões.

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Defesa da Itália pede extradição imediata de Cesare Battisti

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