Domingo, 10 de maio de 2026
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O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou nesta terça-feira (14/01) que a decisão do seu homólogo norte-americano Joe Biden, de remover Cuba da lista montada pelo próprio governo norte-americano, na qual relaciona os países que ele considera que patrocinam o terrorismo, é uma “decisão correta, porém tardia e com alcance limitado”.

Em seu comunicado, Díaz-Canel começou agradecendo “a todos aqueles que contribuíram para a decisão anunciada hoje pelos Estados Unidos”, e enfatizou que seu país “nunca deveria ter estado (na lista)”.

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A alusão se refere a países como Brasil, Chile e Colômbia, que vinham defendendo essa medida nos últimos anos.

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O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva chegou a abordar o tema em sua última intervenção na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro passado, ao dizer que “é injustificado manter Cuba em uma lista unilateral de Estados que supostamente promovem o terrorismo e impor medidas coercitivas unilaterais, que penalizam indevidamente as populações mais vulneráveis”.

Em seguida, o mandatário do país socialista criticou “outras duas medidas adoptadas, teve um custo elevado para a famílias do campo e cubanas”.

Reprodução / @DiazCanelB
Presidente de Cuba agradeceu apoio de latinos ao fim das sanções ao seu país

“O bloqueio e a maioria das medidas extremas que foram postas em prática desde 2017 para sufocar a economia cubana e causar escassez para nosso povo continuam em vigor”, lembrou Díaz-Canel.

O presidente cubano finalizou sua mensagem dizendo que seu país “continuará a enfrentar e denunciar a guerra econômica e as ações de interferência, desinformação e descrédito financiadas com fundos federais dos Estados Unidos”.

“Ao mesmo tempo, não desistiremos de desenvolver um relacionamento civilizado com os Estados Unidos que respeite nossa soberania”, concluiu.