Sábado, 16 de maio de 2026
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Cuba retomou neste domingo (01/05) as manifestações do Dia Internacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras, após dois anos de hiato provocado pela pandemia de covid-19, hoje sob controle no país. 

Desde o início da manhã, milhares marcharam nas principais cidades cubanas. As homenagens foram voltadas aos trabalhadores da saúde que atuaram na linha de frente contra o coronavírus. 

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Na capital, Havana, a multidão se concentrou desde as primeiras horas do dia na Praça da Revolução. Estiveram presentes o líder revolucionário Raúl Castro e o Presidente da República, Miguel Díaz-Canel.

Também marcaram presença médicos e cientistas cubanos que ajudaram a desenvolver as vacinas contra o coronavírus. Cuba é o único país latino-americano a desenvolver os próprios imunizantes. 

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Os atos tiveram tom de apelo à paz e à solidariedade entre os povos. Com palavras de ordem e cartazes, o protesto foi contrário ao que manifestantes consideram medidas coercitivas dos Estados Unidos contra Havana.

Principais cidades do país tiveram atos com apelo à paz e por solidariedade entre os povos

Twitter/Miguel Díaz-Canel Bermúdez

Estiveram presentes nos atos o líder revolucionário Raúl Castro e o Presidente da República, Miguel Díaz-Canel

Homenagem a ex-chanceler cubano 

Pelo twitter, Díaz-Canel homenageou o político Ricardo Alarcón de Quesada, morto no sábado (30/04) por causas não divulgadas. Ex-chanceler de Cuba na década de 90, Alarcón foi um militante estudantil contra a ditadura de Fulgencio Batista, que antecedeu o governo popular. 

“Um grande patriota e brilhante diplomata da revolução cubana, cuja obra defendeu com paixão e argumentos sólidos, deixando nosso povo orgulhoso. Toda Cuba sente sua partida”, postou o presidente.