Segunda-feira, 18 de maio de 2026
APOIE
Menu

O governo cubano considerou “positivas”, mas de alcance “muito limitado” as últimas medidas anunciadas pelos Estados Unidos que, segundo Havana, “não modificam” a política de “bloqueio e desestabilização” contra a ilha. Em 14 de janeiro, os EUA anunciaram a suavização das restrições às viagens e envio de remessas de seus cidadãos a Cuba.

“Estas medidas confirmam que não há vontade para mudar a política de bloqueio e desestabilização contra Cuba”, declarou neste domingo (16/01) o Ministério das Relações Exteriores cubano, através de um comunicado. Havana também acredita que as novas disposições são “expressão do reconhecimento do fracasso da política dos EUA contra Cuba e que procura novas vias para conseguir seus objetivos históricos de dominação da ilha”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Em essência, os EUA permitirão as visitas à ilha caribenha de estudantes e professores, por motivos acadêmicos, e de grupos religiosos, assim como o envio de remessas, de até US$ 500 trimestrais, a cubanos que não sejam familiares.

Leia mais:

Cuba passa por “mudanças relevantes”, diz escritor Leonardo Padura, crítico do regime

Raúl Castro discursa em Cuba alertando sobre ''erros'' cometidos

Reformismo revolucionário: a estratégia da esquerda latino-americana

Mais lidas

Estaca zero

Para Cuba, a Casa Branca se limita, na essência, a “restabelecer” disposições que estiveram em vigor sob o mandato do democrata Bill Clinton e que foram eliminadas pelo republicano George W. Bush a partir de 2003. Além disso, o resultado na avaliação cubana é resultado do “esforço de amplos setores da sociedade norte-americana que durante anos reivindicaram majoritariamente o levantamento do genocida bloqueio contra Cuba e a eliminação da absurda proibição de viagens ao país”.

“Todos os obstáculos que entorpecem as visitas dos americanos a Cuba sempre estiveram, e continuam estando hoje, do lado do governo dos Estados Unidos”, acrescentou o documento. “Se existisse um interesse real em ampliar e facilitar os contatos entre ambos os povos, os EUA deveriam levantar o bloqueio e eliminar a proibição que faz de Cuba, o único país para o qual os norte-americanos não podem viajar.”

Siga o Opera Mundi no Twitter            

Conheça nossa página no Facebook

Cuba: medidas dos EUA são limitadas e não modificam bloqueio

NULL

NULL

NULL