Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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A exemplo do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, o governo de Cuba condenou a proposta de intervenção militar internacional na Líbia, na tentativa de pressionar o presidente Muamar Kadafi a deixar o poder. Para Cuba, é necessário buscar o diálogo e respeitar a soberania líbia, disse o representante no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas,  Rodolfo Reyes. As informações são do jornal oficial cubano, Granma.

 

Para Reyes, os Estados Unidos “incitam”  a violência, a agressão militar e a interferência estrangeira. “Esperamos que o povo líbio conquiste um Estado precoce pacífico e soberano criado, sem qualquer ingerência estrangeira ou de intervenção, para assegurar a integridade da nação da Líbia”, disse ele.

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“Fomos informados sobre os planos de uma intervenção militar humanitária à qual nos opomos porque, em vez de resolver a situação, pode complicar ainda mais e ter outras implicações graves”, disse Reyes. Segundo ele, Cuba “rejeita categoricamente” qualquer proposta de intervenção na Líbia.

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O representante cubano no Conselho de Direitos Humanos, reunido ontem (28/02) em Genebra, na Suíça, detalhou as razões que levam seu país a rejeitar a proposta de intervenção. “Temos toda a preocupação a respeito de perdas de vidas e danos causados aos civis pelo conflito. Qualquer pessoa agindo honestamente não pode concordar com a morte de civis inocentes”, disse Reyes.

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Cuba condena proposta de intervenção militar na Líbia

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