Terça-feira, 12 de maio de 2026
APOIE
Menu

A Assembleia Nacional de Cuba condenou a “covarde agressão” do Marrocos contra o povo saarauí e reivindicou às Nações Unidas uma “exaustiva investigação” dos fatos violentos em El Aaiun, em uma declaração publicada nesta sexta-feira (12/11) pelo jornal Granma.

Por meio da Comissão de Relações Internacionais, o Parlamento cubano pediu à ONU uma “exaustiva investigação dos fatos e suas trágicas consequências para o povo saarauí”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

Hoje na História: 1975 – MPLA proclama a independência de Angola

África se firma como prioridade nas relações comerciais do Brasil

A violência em Cabinda e a disputa pelo petróleo

No aniversário da independência, Angola celebra a paz e enfrenta novos desafios

O Parlamento rejeitou e condenou “a covarde agressão” das tropas marroquinas contra o acampamento saarauí de Gdaim Izik nas cercanias de El Aaiun.

Mais lidas

Essa “vil ação”, segundo a Assembleia cubana, constitui um “crime desleal cometido contra manifestantes pacíficos que reivindicam a cessação da ocupação de seu território e o fim da dominação marroquina”.

No dia 8 de novembro, unidades militares e policiais marroquinos desmantelaram pela força o acampamento de Gdaim Izik, nos arredores de El Aaiun, onde mais de 20 mil saarauís protestavam por causa de suas más condições de vida.

Desde então a zona vive uma situação de tensão e conflito sobre a qual existe informação contraditória quanto aos fatos e o número de vítimas.

O governo do Marrocos fala de dez vítimas fatais entre as forças marroquinas e de apenas um só civil saarauí falecido, enquanto a Frente Polisário conta 11 saarauís mortos, 723 feridos e 159 pessoas desaparecidas.

Siga o Opera Mundi no Twitter

Cuba condena "covarde agressão" marroquina e pede à ONU investigação

NULL

NULL

NULL