Terça-feira, 5 de maio de 2026
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O chefe de gabinete argentino, Aníbal Fernández, afirmou que ou a presidente Cristina Kirchner ou seu marido e antecessor, Néstor Kirchner, concorrerão à presidência pelo PJ (Partido Justicialista) em 2011.

“Néstor e Cristina Kirchner são os presidentes com mais êxitos nesse país e com certeza um deles será o candidato a presidente. O próximo governo será ‘nosso’”, disse Fernández durante uma visita a Santiago del Estero nesse domingo (15/8).

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De acordo com ele, o governo “continuará se a sociedade quiser, e como os argentinos não se suicidam”, afirmou, em alusão a uma suposta vitória da oposição, “não tenho dúvidas que vamos ganhar”, antecipou o funcionário.

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Fernández também disse que os setores da oposição que pregam o fim do “kirchnerismo” irão “se decepcionar bastante”, e afirmou que, como o oficialismo produziu “uma transformação no país, “esses setores estão contrariados, pois eram privilegiados anteriormente”.

Adversários

Os candidatos presidenciais serão definidos em eleições partidárias internas, realizadas dentro de um ano, dois meses antes das eleições gerais de outubro de 2011.

O prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, deve ser um dos principais rivais do casal Kirchner nas eleições. Ele, que atualmente enfrenta acusações por um escândalo de espionagem, anunciou no início do mês que concorrerá à presidência pelo partido de centro-direita União PRO.

Outro possível candidato é o ex-piloto de Fórmula 1 Carlos Reutemann, ex-governador da província de Santa Fé e o peronista com a melhor imagem pública. O vice-presidente Julio Cobos também poderá concorrer ao principal cargo do país com o apoio dos radicais e dos social-democratas.

Na Argentina, para evitar o segundo turno, um candidato precisa obter ao menos 45% dos votos, ou 40% com uma liderança de 10 pontos percentuais do candidato seguinte. 

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Cristina ou Néstor Kichner serão candidatos do peronismo em 2011, diz chefe de gabinete

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