Segunda-feira, 4 de maio de 2026
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A presidente argentina, Cristina Kirchner, manifestou nesta terça-feira (3/8) seu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à gestão brasileira em busca de uma solução ao conflito entre Irã e as potências mundiais em decorrência do programa nuclear iraniano.

Em coletiva de imprensa após a realização da 39ª Cúpula do Mercosul na localidade argentina de San Juan, Cristina foi consultada sobre o tema, já que Buenos Aires solicita a Teerã o envio dos acusados pelo atentado cometido em 1994 contra a Amia (Associação Mutual Israelita Argentina) na capital argentina, ação que deixou 85 mortos.

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“As reivindicações judiciais da Argentina são compatíveis com o apreço pela tentativa do Brasil, junto à Turquia, de buscar um acordo pacífico com o governo de Mahmoud Ahmadinejad”, esclareceu Cristina aos jornalistas.

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Durante a 39ª Cúpula do Mercosul, iniciada nesta manhã, Lula também abordou o assunto, lançando críticas às grandes potências pela imposição de sanções contra o Irã. “Os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU [Estados Unidos, França, Reino Unido, China e Rússia] deveriam falar com o Irã. Não é possível que não se dialogue quando se quer a paz”, declarou o presidente.

Ainda nesta terça-feira (3/8) os EUA adotaram medidas mais rígidas para evitar que o Irã escape das sanções impostas pelos membros do CS da ONU. O Departamento do Tesouro norte-americano anunciou novas ações contra mais de 20 empresas vinculadas ao Irã, a maioria na Europa e na Ásia.

As iniciativas congelam todos os ativos das companhias que estejam sob jurisdição norte-americana, assim como proíbe que os norte-americanos realizem qualquer transação com tais organizações.

Em maio passado, o Brasil e a Turquia mediaram um acordo com o Irã para que a nação islâmica envie 1.200 quilos de urânio enriquecido a 3,5% para o território turco, em troca de 120 quilos de urânio enriquecido a 20%. Logo depois, as potências mundiais anunciaram um novo pacote de sanções contra o regime iraniano.

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Cristina apoia postura brasileira em relação a programa nuclear iraniano

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