Domingo, 10 de maio de 2026
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O presidente equatoriano, Rafael Correa, estendeu nesta terça-feira (5/9) até a próxima sexta-feira (8/9) o estado de exceção, que decretou por cinco dias na quinta-feira passada (30/8), durante a rebelião de policiais, por pedido da Assembleia Nacional, cuja segurança foi assumida por um forte contingente militar, composto por três tanques e dezenas de soldados.

Mediante um decreto executivo, Correa decidiu: “vamos renovar o estado de exceção em todo o território nacional, porque alguns integrantes da polícia Nacional na sede da Assembleia produziram atos vergonhosos a fim de impedir a normal execução das atividades nessa função do Estado”.

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Segundo o decreto, a atitude dos policiais no órgão parlamentar “poderá gerar uma grave comoção interna. Por isso, se ratifica a mobilização nacional e militar das Forças Armadas, para garantir a soberania nacional, a ordem interna em toda a República”.

A escolta policial no Legislativo foi substituída, pelo menos por esta terça-feira, segundo disse à agência de notícias espanhola Efe uma fonte da Assembleia Nacional.

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O estado de exceção, que põe a segurança interna e externa do país nas mãos das Forças Armadas, foi decretado na quinta-feira passada e deveria ter sido suspenso à meia-noite de desta terça-feira.

Mais cedo, o plenário se reuniria para discutir um novo Código de Planejamento e Finanças Públicas, mas a sessão não foi realizada porque o vice-presidente do organismo, Irina Cabezas, a suspendeu “por falta de garantias”.

Cabezas comunicou sua decisão aos membros da Assembleia em um breve comunicado no qual não detalhou seus razões.

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Correa estende estado de exceção a pedido da Assembleia Nacional

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