Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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O presidente do Equador, Rafael Correa, declarou que “não é uma má ideia” a proposta do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de criar uma comissão de países para visitar a Líbia e buscar uma saída pacífica ao conflito na nação africana.

Chávez afirmara que ele, “no lugar de armas, optaria por buscar amigos”. “Estou certo de que muitos governos estão de acordo em buscar uma fórmula política ao invés de mandar armas e tanques contra o povo líbio”, disse Correa.

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Correa, por sua vez, insistiu que o Equador “tem mantido uma atitude prudente com os países do Oriente Médio” e lembrou que o chanceler Ricardo Patiño tem previsto um giro pela região para “estreitar os laços”.

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O presidente do Equador destacou, além disso, que a realidade desses países “não é igual a da América Latina, onde não existir eleições em quatro anos [representa] a ruptura da democracia”.

O presidente esclareceu que a comunidade internacional “recentemente se deu conta de que na Líbia houve eleições fraudulentas. Queria que dissessem o mesmo, em algum momento, da Arábia Saudita, onde tampouco há democracia”.

Correa também destacou que seu governo “está contra qualquer atentado aos direitos humanos”.

Vários líderes da América Latina, entre eles Juan Manuel Santos, da Colômbia, Mauricio Funes, de El Salvador, e Felipe Calderón, do México, já condenaram a repressão contra a população Líbia, que pede a renúncia do ditador Muamar Kadafi, há 42 anos no poder.

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Correa apoia proposta de Chávez para encerrar confrontos na Líbia

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