Domingo, 17 de maio de 2026
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O Conselho de Segurança das Nações Unidas expressou nesta quarta-feira (5/1) sua preocupação com o que chamou de “fragilidade” da situação política na Costa do Marfim, após mais de um mês de crise, e respaldou as gestões regionais para convencer o governante Laurent Gbagbo a deixar o poder.

“O Conselho expressou sua preocupação com a fragilidade da situação, mas também disse seu apoio aos esforços em andamento liderados pela ECOWAS (sigla em inglês para Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental) e União Africana”, disse o presidente rotativo do órgão, o embaixador bósnio Ivan Barbalic, na saída da reunião realizada sobre o assunto.

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Nesta quarta-feira começa a presidência rotativa da Bósnia – outro país que também passou por guerra civil – com uma reunião a portas fechadas na qual, entre outros assuntos, se estudará como evolui a situação no país africano.

Na terça-feira, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, debateu por telefone com o presidente da Comissão da União Africana, Jean Ping, sobre as últimas negociações na Costa do Marfim.

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Solução pacífica

Ambos “ressaltaram a importância de se encontrar uma solução pacífica para a crise”, destacou a ONU em comunicado, no qual detalhou que Ban agradeceu a Ping pela eficiente gestão do primeiro-ministro queniano, Raila Odinga, que se somou aos presidentes de Benin, Cabo Verde e Serra Leoa em Abidjan para tentar resolver a situação no país.

Em Nairóbi, Odinga reiterou nesta quarta-feira (5/1) que a missão africana ofereceu imunidade a Gbagbo, o que o livraria de ser entregue ao Tribunal Penal Internacional, e que ele poderá seguir sua carreira política na Costa do Marfim ou se exilar.

“Uma terceira viagem dos presidentes a Abidjan está prevista para um futuro iminente”, acrescentou as Nações Unidas, que ressaltou que os dois líderes também debateram sobre o Sudão e o próximo plebiscito previsto para domingo.





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Conselho de Segurança da ONU expressa preocupação com crise na Costa do Marfim

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