Sábado, 13 de junho de 2026
APOIE
Menu

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), formado por cinco países com assento permanente e dez rotativos – entre eles, o Brasil -, está dividido sobre a eventual imposição da zona de exclusão aérea na Líbia. A ideia, segundo diplomatas que integram o órgão, é aguardar as decisões da Liga Árabe e da União Africana para assumir uma posição sobre o tema e convocar uma reunião extraordinária para discutir o assunto.

A expectativa é que até o começo da próxima semana seja anunciada uma decisão por parte do Conselho de Segurança da ONU. Antes, a Liga Árabe e a União Europeia deverão se manifestar sobre a crise na Líbia e providências que devem ser adotadas pela comunidade internacional.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Siga!
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize!

Para o Brasil, segundo o chanceler Antonio Patriota, é fundamental respeitar o que o Conselho de Segurança definir. No mês passado, o governo brasileiro apoiou a imposição de sanções à Líbia, como o embargo à venda de armas. 

Leia mais:

União Africana rejeita adoção de ações militares na Líbia

Governo se prepara para ampliar ofensiva contra opositores, diz filho de Kadafi

Parlamento Europeu e rebeldes da Líbia pressionam por exclusão aérea no país

Otan enviará mais navios ao Mediterrâneo

EUA rompem relações com o governo da Líbia

Morales se opõe a intervenção militar internacional na Líbia

Mais lidas

Na presidência do conselho, a China é contrária a qualquer ação militar na Líbia, assim como a Rússia. Os governos da França e do Reino Unido têm posições opostas e defendem a zona de exclusão aérea. Há um projeto de resolução, elaborado por franceses e ingleses, sobre a proposta. Mas ainda não foi apresentado aos demais 13 membros do conselho.

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, foi o primeiro a reconhecer o Conselho Nacional de Transição – integrado por oposicionistas ao regime do presidente líbio, Muammar Khadafi – como “representante legítimo do povo líbio”. Sarkozy informou que pretende nomear um embaixador francês para Benghazi, cidade escolhida pela oposição para ser a capital da Líbia.

O representante da França na ONU, Gérard Araud, afirmou que estão sendo estudadas todas as opções. “Mas temos de considerar a realidade do Conselho de Segurança”, ressalvou. Segundo ele, os  “próximos dias serão muito importantes”. “Teremos várias reuniões de alto nível com a Liga Árabe e a União Africana”, disse.

As informações são da agência pública de Portugal, a Lusa, e da BBC Brasil.

Siga o Opera Mundi no Twitter   

Conheça nossa página no Facebook

Conselho de Segurança da ONU está dividido sobre ação na Líbia

NULL

NULL

NULL