Domingo, 10 de maio de 2026
APOIE
Menu

Em decisão unânime, a Assembleia Nacional da Venezuela aprovou e sancionou, nesta quinta-feira (21/03), a Lei Orgânica para a Defesa da Guiana Essequiba. O projeto consiste na criação de um novo Estado chamado Guiana Essequiba, buscando proteger a soberania venezuelana do território que está em disputa com a Guiana.

“Aprovada por unanimidade, consequentemente a Lei Orgânica para a Defesa da Guiana Essequiba é declarada sancionada, e é enviada à Câmara Constitucional do Supremo Tribunal de Justiça que se pronunciará sobre a constitucionalidade de natureza orgânica”, declarou o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Por sua vez, o deputado Diosdado Cabello, um dos líderes do chavismo, ressaltou que “esta Assembleia Nacional reivindica o direito do povo venezuelano de defender nosso território com uma lei aprovada”.

Mais lidas

A lei veio após o referendo consultivo sobre a proteção de Guiana Essequiba, realizado em Caracas em 3 de dezembro, e que obteve mais de 10 milhões de votos nas quais os venezuelanos responderam “Sim” às cinco questões aprovadas pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Twitter/Nicolás Maduro
Nicolás Maduro estabeleceu que seu governo implementará para a Guiana Essequiba a criação de um alto comissariado nacional e uma Zona de Defesa Integral, além da concessão de licenças de operação para exploração de petróleo, gás e mineração

Na ocasião, o presidente venezuelano Nicolás Maduro estabeleceu que seu governo implementará para a Guiana Essequiba, entre as quais: a criação de um alto comissariado nacional; a criação de uma Zona de Defesa Integral; a concessão de licenças de operação para exploração de petróleo, gás e mineração; e a divulgação do novo mapa da Venezuela com a inclusão do Essequibo.

Composta por 22 artigos e quatro capítulos, a Lei Orgânica sancionada nesta quinta-feira resulta também na nulidade da Sentença Arbitral de Paris, documento com o qual se pretendia legitimar a expropriação do território do Essequibo da nação sul-americana.

(*) Com Telesur