Domingo, 17 de maio de 2026
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O Congresso dos Estados Unidos inicia sua 112ª legislatura nesta quarta-feira (5/1) com maioria republicana na Câmara de Representantes (deputados), o que poderá anular ou enfraquecer algumas conquistas democratas.

A sessão começará com o juramento dos parlamentares e do novo speaker (presidente da Câmara), o republicano John Boehner, e imediatamente os congressistas votarão uma nova série de regulamentos legislativos. Os republicanos já programaram uma votação para revogar a reforma do sistema de saúde na próxima semana, mas os democratas prometeram resistir a qualquer esforço para anular as leis aprovadas no ano passado.

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Outra prioridade da nova maioria republicana, fiel à promessa de austeridade fiscal que fizeram aos eleitores, será eliminar um total de 100 bilhões de dólares em verbas para programas domésticos este ano. Os líderes republicanos não detalharam quais os programas que sofrerão cortes, mas deixaram claro que serão mantidas as despesas relacionadas com a defesa, a segurança nacional e os serviços a veteranos.

Investigações

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Qualquer medida aprovada pelos republicanos na Câmara de Representantes, porém, poderá enfrentar resistência no senado, onde os democratas ainda têm vantagem numérica e podem bloquear esses projetos. Além disso, o presidente Barack Obama pode recorrer a seu poder do veto.

Os republicanos também aproveitarão sua nova maioria na Câmara para ordenar investigações de todo o tipo. O Comitê de Supervisão e Reforma Governamental da Câmara, que será presidida pelo republicano Darrell Issa, deve lançar investigações sobre assuntos como os vazamentos do site Wikileaks, a suposta corrupção no Afeganistão e o papel das instituições Fannie Mae e Freddie Mac na crise hipotecária, segundo a revista norte-americana Politico.

A ex-presidente da Câmara e agora líder da bancada democrata, Nancy Pelosi, disse na terça-feira que seu partido está disposto a trabalhar com os republicanos, mas manterá uma “tenaz” oposição se os membros do partido adversário tomarem medidas para “solapar” a economia.





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Congresso dos EUA inicia nova legislatura com desafio para Obama

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