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O Congresso dos Estados Unidos deu na noite de quinta-feira (16/12) aprovação final para o acordo que o presidente Barack Obama e os republicanos fizeram para estender o corte de impostos, em um esforço de criar empregos mesmo elevando o endividamento do país.

Com objeção de muitos democratas do partido de Obama, a Câmara -com 227 votos a favor e 148 contra- aprovou o pacote de 858 bilhões de dólares em cortes de tributos e maiores benefícios a desempregados em uma economia em que quase 10% das pessoas estão sem trabalho.

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Os cortes, aprovados durante a gestão de George W. Bush, venciam em 31 de dezembro, e sem essa extensão a maioria dos americanos teria sofrido um aumento tributário a partir de janeiro de 2011.

O plano de cortes, que se tornou a máxima prioridade da Casa Branca para estimular a recuperação econômica, estende até 2012 a redução de impostos para todos os níveis salariais e a 13 meses os subsídios para dois milhões de desempregados. Entre outras medidas, também estende temporariamente os cortes a outros tipos de impostos, incluindo os do Seguro Social.

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“Luta da classes”

A presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, criticou o fato de que cerca de 6.600 famílias bilionárias se beneficiarão dos cortes de impostos por patrimônio, embora “não criem empregos”.

Algumas correntes republicanas, no entanto, acusaram os democratas de criar uma “luta de classes” e de “vilipendiar” os ricos.

Segundo uma pesquisa divulgada na quinta-feira pela emissora de televisão NBC e pelo diário The Wall Street Journal, 59% dos americanos apoiam o plano, contra 36% que se opõem.

A enquete também mostra que 61% dos ouvidos consideram que a medida é um acordo “justo” entre a Casa Branca e a oposição, enquanto 23% acreditam que o presidente Barack Obama fez muitas concessões. Já 10% acreditam que foram os republicanos os que fizeram concessões em demasia.

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Congresso dos EUA aprova plano de Obama de corte de impostos

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