Segunda-feira, 18 de maio de 2026
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As forças militares que protegem os arredores do palácio presidencial de Cartago, nas proximidades de Túnis, estão trocando tiros com um grande grupo de homens armados que haviam tentado invadir a sede da Presidência tunisiana, segundo informaram algumas testemunhas à agência Efe.

Segundo as versões, os agressores poderiam ser partidários do general Ali Sariati, que foi chefe de segurança do ex-presidente Zine el Abidine Ben Ali, foragido na Arábia Saudita desde esta sexta-feira.

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Ao ser repelido pelos militares, o grupo fugiu e está entrando nos jardins e casas da região de Cartago. Os agressores estão armados com pistolas e disparam indiscriminadamente enquanto buscam refúgio nos telhados das vilas da região, segundo informou à Efe Nasli Hafsia, escritora e testemunha dos incidentes.

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A Tunísia enfrenta atualmente uma crise política que culimou na renúncia de Ben Ali, após uma onda de protestos tomar conta do país. A insatisfação é causada pela alta inflação, desemprego e corrupção, além de os manifestantes exigirem maior abertura política. Na presidência do país africano desde 1987 – após suceder Habib Bourguiba – Bel Ali disse que deixaria o poder em 2014.

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Confronto armado chega ao palácio presidencial de Cartago, na Tunísia

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