Segunda-feira, 18 de maio de 2026
APOIE
Menu

O presidente peruano, Alan García, reiterou hoje que o problema da delimitação marítima com o Chile, pelo qual seu país recorreu à Corte Internacional de Haia, é o “último” que separa as duas nações.

 

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

A afirmação foi feita na sede do governo chileno, o Palácio La Moneda, durante um evento em sua homenagem promovido pelo presidente Sebastián Piñera, no encerramento de seu primeiro dia de visita oficial ao país.

 

Mais lidas

“Precisamos solucionar o último tema que nos separa. O que dirão os juízes, que decidirá Deus … não sabemos, mas o objetivo final é terminar com o último [problema] que pode separar as duas nações que devem crescer juntas”, declarou García em seu brinde de agradecimento.

Leia mais:

García faz primeira visita ao Chile após processo em Haia

Presidente do Chile pede ao Peru que relações bilaterais não sejam abaladas por processo em Haia

Crescente demanda por energia cria impasse entre governo chileno e ambientalistas

Chile deveria investir em energia geotérmica, afirmam especialistas

O mandatário chileno acrescentou que “sendo solucionado isso, do jeito que Deus e seus juízes quiserem, só nos sobrará o futuro adiante”. García ainda reiterou a bondade, que na sua opinião, envolve a política de separar esse conflito de todas as demais questões que dizem respeito a relação bilateral dos países vizinhos.

 

“Creio que a decisão mais inteligente foi não renunciar a nossas posições, nem a nossas convicções no que se refere a essa disputa, mas não nos deixamos ficar presos nesse conflito e seguimos avançando pelos caminhos da colaboração e do diálogo”, disse.

 

Faz três anos, desde que o Peru apresentou na Corte Internacional de Justiça o pedido de redefinição de sua fronteira marítima, que García não fazia uma visita oficial ao Chile. Para o governo peruano a divisão marítima deve se dar a partir de uma linha equidistante das costas dos territórios, e não paralela sobre as águas do oceano, como é atualmente. O processo no tribunal internacional está previsto terminar em 2012.

Siga o Opera Mundi no Twitter              

Conheça nossa página no Facebook
 
 

Conflito marítimo é o 'último problema', diz presidente peruano

NULL

NULL

NULL