Concentração empresarial aumenta no México, diz Cepal
Concentração empresarial aumenta no México, diz Cepal
Os dez maiores grupos empresariais passaram a representar 60% dos ativos totais e do patrimônio existentes no México em três anos, segundo estudo da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe).
O estudo analisou o crescimento e a concentração dos principais conglomerados empresariais no México. O trabalho de Germán Alarco e Patricia Del Hierro, publicado na revista CEPAL 1001, “observa um fenômeno de concentração a favor dos primeiros grupos econômicos mexicanos em detrimento de outros grupos e empresários”.
Entre 2005 e 2007, a participação dos grandes grupos no aporte do PIB foi crescente no que concerne aos ativos totais e passivos. Em 2007, os cinco principais agrupamentos representaram 10,65% do PIB (Produto Interno Bruto) e os conglomerados empresariais entre o 6º e o 10º lugar ficaram com 3,48%.
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Entre os 15 grupos econômicos de maior dimensão estão Carlos Slim, Gonzalo Barrera e Salinas Pliego, que mostraram um dinamismo a partir dos anos 1980 e contam com instituições financeiras próprias.
Por outro lado, aqueles com menor dimensão, localizados entre a posição 41 e 100, precisaram recorrer a capitais próprios mais do que a capital de terceiros para financiar a expansão dos ativos totais.
Os grupos localizados entre a 41ª e a 50ª posição tiveram que financiar sua própria expansão. Apesar das contribuições ao PIB serem crescentes, as contribuições destes no quesito emprego são menores. Porém, isso obedece a maiores níveis de produtividade com relação a outras empresas que operam na economia.
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