Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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A UE (União Europeia) anunciou nesta quarta-feira (23/02) que vai preparar sanções contra o regime de Muamar Kadafi pela violenta repressão das manifestações na Líbia, enquanto coordena a retirada dos cidadãos comunitários do país.

Os 27 membros da UE decidiram encarregar seus analistas das medidas concretas, que poderiam passar pelo congelamento de ativos de dirigentes líbios, proibições para entrar em território comunitário, um embargo de armas e outras iniciativas a serem estudadas nos próximos dias.

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“Não há uma lista de sanções, não foram tomadas decisões, mas há uma clara disposição”, assegurou um alto funcionário europeu após a reunião do Cops (Comitê Político e de Segurança da União Europeia).

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De acordo com a agência Efe, atualmente está sendo discutido um leque de medidas que não foi revelado para garantir a efetividade delas. Por enquanto, a UE não aplicou sanções comerciais, que serão tomadas de forma individual pelos países, assinalou a mesma fonte. Por enquanto, a União decidiu suspender toda exportação de armas à Líbia e paralisar as negociações que mantinha com Trípoli para carimbar um acordo de cooperação entre as duas partes.

Os Estados Unidos, por sua vez, confirmaram por meio do porta-voz do Departamento de Estado, P.J. Crowley, que o governo norte-americano considera impor sanções à Líbia e disse que o país deverá “coordenar esforços com a comunidade internacional”.

“Estamos avaliando uma série de ferramentas e opções das quais dispomos para alcançar nossas metas de ver o fim da violência na Líbia e o respeito pelos direitos do povo líbio”, disse Crowley. Segundo ele, as sanções poderão ser impostas bilateralmente ou multilateralmente.

O porta-voz norte-americano considerou ainda “completamente inaceitável” a violência contra os manifestantes e disse que cabe ao povo líbio escolher quem será o seu líder.

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Comunidade internacional prepara sanções contra Líbia

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