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As companhias aéreas do Oriente Médio deverão investir US$ 200 bilhões em novas aeronaves nos próximos dez anos. A informação foi divulgada pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) e reproduzida pelo site do jornal The National, dos Emirados Árabes Unidos.

O Oriente Médio é responsável por 11% do tráfego aéreo mundial, mas deverá ficar com apenas 4,5% do lucro global da indústria este ano, ainda segundo a Iata.

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As mais de 20 companhias aéreas afiliadas à Iata no Oriente Médio e Norte da África deverão ter um lucro combinado de US$ 400 milhões em 2010, de acordo com o CEO e diretor da Iata, Giovanni Bisignani. O número representa aumento de US$ 1 bilhão, já que no ano passado o setor teve prejuízo de US$ 600 milhões.

“Em parte, a melhoria se deve a uma política mais cautelosa com relação à capacidade. Embora a demanda deva crescer 21% sobre o ano passado, a capacidade deverá aumentar apenas 15,9%”, disse Bisignani.

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Em nível mundial, o faturamento das companhias aéreas deve ficar em US$ 8,9 bilhões este ano, após quase dez anos de perdas que, somadas, chegaram a US$ 50 bilhões. O The National atribui o prejuízo aos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, à alta dos preços do petróleo e à crise econômica mundial.

Ainda assim, a previsão é de que o setor de transporte aéreo registre lucro muito menor em 2011: US$ 5,3 bilhões no mundo e US$ 300 milhões no Oriente Médio e Norte da África. No Oriente Médio, “o baixo lucro será em parte causado por uma expansão de 10,6% na capacidade, superior ao crescimento da demanda, que deverá ser de 10,4%”, segundo a previsão da Iata.

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Companhias aéreas do Oriente Médio devem investir US$ 200 bi em aeronaves

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